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Treinadores
Quando o time não vai bem, a esperança é o técnico

Quando as coisas não vão bem em campo, a esperança do torcedor e dos próprios jogadores vem do banco de reservas. Os treinadores, sempre naquela linha tênue que separa o céu do inferno, são os responsáveis por tudo. Se vencem são gênios, se perdem são perseguidos pela torcida e, na maioria das vezes, demitidos. É claro que o futebol amador é um pouco diferente do profissional, mas também há os espinhos.

Matheus, treinador do RSoccer, um dos times que participa da Danone Copa das Nações, diz que é muito difícil conter a ansiedade dos jovens poucos minutos antes da estreia, mas que pede a seus atletas que joguem com bastante alegria e que se divirtam jogando.

O técnico conta ainda que o maior desafio de trabalhar com crianças na faixa de 11 e 12 anos são os pais. “Eles cobram, gritam muito do lado de fora durante os jogos, e os meninos acabam dando ouvidos aos pais, em vez de seguirem aquilo que treinamos a semana inteira”, relata. “Conversamos bastante com os pais durante a semana. Antes de entrarem na escolinha, passamos as regras que eles devem seguir, mas compreendemos também a emoção deles quando os filhos estão jogando. O importante é um não interferir na área do outro, assim as coisas funcionam”, pontua Matheus.     







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