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Quem viu, viu...
Ronaldinho encerra a brilhante carreira que além de belíssimos gols teve muita magia

Desde muito cedo, Assis Moreira, ex-craque do Grêmio, já dizia que se achavam que ele era bom de bola, é porque ainda não tinham visto o irmão mais novo, Ronaldo. E a sua primeira aparição, já como Ronaldinho, foi logo em um Gre-Nal em 1998, entortando ninguém menos do que Dunga, marcador implacável, com seus dribles rápidos e desconcertantes.

Após brilhar, e muito, no Grêmio, foi para o PSG, depois Barcelona, onde tornou-se um dos maiores de todos os tempos ao vestir a camisa blaugrana, Milan, Flamengo, Atlético-MG, quando elevou o time de patamar, Queretáro do México, e por fim, e sem nenhum brilho, Fluminense. Também defendeu a seleção brasileira de 99 a 2013.

Escrever sobre a importância dele para o futebol é chover no molhado, basta apenas listar suas conquistas para sabermos que não se trata de ninguém comum. É até hoje o único jogador a levantar a Liga dos Campeões, Libertadores, a Copa do Mundo e a ser eleito melhor do mundo. Só não terá o gostinho de disputar o PlayFC Paz nas Escolas, pelo menos não nessa vida.

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Fred Paredes, redação PlayFC







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